O austríaco, herdeiro da empresa de bebidas energéticas Red Bull, possui uma participação de 49% na empresa, o que o coloca no topo da lista dos donos mais ricos de clubes brasileiros. Essa fortuna o coloca em uma posição de destaque no cenário esportivo do país, com um patrimônio muito acima dos demais investidores.
Em segundo lugar na lista dos donos de clubes mais ricos do Brasil está o xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, proprietário do Bahia. Com uma fortuna estimada em R$ 146 bilhões, o membro da realeza de Abu Dhabi também possui participações em outros 12 clubes ao redor do mundo, incluindo o Manchester City. Sua influência no mundo do futebol é inegável e seu patrimônio o coloca como um dos principais investidores do esporte no país.
Na terceira posição, temos Leila Pereira, presidente do Palmeiras, com uma fortuna estimada em R$ 8 bilhões. Além de comandar o clube paulista, Leila Pereira também atua como empresária, banqueira, advogada e jornalista, conciliando o trabalho no Palmeiras com cargos de comando em empresas como a Crefisa, instituição financeira voltada a empréstimos e patrocinadora do time.
Em seguida, temos John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, com uma fortuna avaliada em R$ 1,2 bilhão. Textor fez sua fortuna no ramo de tecnologia e cinema, sendo um entusiasta do futebol e investindo em clubes esportivos.
Por fim, em quinto lugar, temos Ronaldo Fenômeno, que adquiriu 90% da SAF do Cruzeiro por R$ 400 milhões. A fortuna do ex-atacante é estimada em R$ 1 bilhão, proveniente de investimentos em empresas do setor esportivo e outros ramos, assim como a aquisição de clubes como o Valladolid, na Espanha.
Esses investidores possuem um papel fundamental no cenário esportivo brasileiro, trazendo recursos e investimentos que impactam diretamente no desenvolvimento e competitividade dos clubes de futebol. Sua influência e patrimônio demonstram o poder econômico que está por trás do esporte mais popular do país.
