A ação policial foi motivada por uma onda de roubos que ocorreu na noite anterior em Curicica, onde um policial civil e sua família foram alvo de criminosos. Durante a tentativa de roubo, o agente reagiu e conseguiu ferir um dos assaltantes; no entanto, ele e sua esposa também sofreram lesões, levando-a a ser hospitalizada.
Com base em informações de inteligência, as autoridades descobriram que os envolvidos nos assaltos eram originários da comunidade em questão e pertenciam ao mesmo grupo criminológico. Após o desfecho da operação, uma manifestação foi organizada na tentativa de interditar a Estrada dos Bandeirantes, mas as forças policiais rapidamente intervieram, aumentando o patrulhamento na área para garantir a ordem.
O secretário de Estado da PM, coronel Marcelo de Menezes, destacou a eficácia das estratégias de inteligência empregadas na operação. Segundo ele, a ação foi essencial para desmantelar uma quadrilha que estava causando temor nas ruas de Jacarepaguá. Ele enfatizou que a corporação não permitirá que indivíduos que ameacem a segurança da população permaneçam impunes.
A operação contou ainda com a colaboração de diversas unidades, incluindo a Subsecretaria de Inteligência, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e a Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital. O confronto foi descrito como intenso, com os suspeitos armados reagindo à ofensiva das forças de segurança.
Além disso, a Polícia Civil revelou que a ação tinha como um dos principais objetivos a execução de mandados de prisão e a continuidade das investigações relacionadas à tentativa de latrocínio contra o policial civil. As informações indicam que os suspeitos se refugiavam na comunidade, reforçando a necessidade de uma atuação enérgica e coordenada das forças de segurança no combate ao crime organizado nesta região do Rio de Janeiro.
