A operação foi viabilizada pelo cumprimento de dez mandados judiciais emitidos pela 17ª Vara Criminal da Capital, dos quais sete eram de prisão e três de busca e apreensão. As investigações que levaram a essa ação resultaram de um trabalho meticuloso conduzido ao longo de sete meses e revelaram que os alvos fazem parte de uma organização criminosa que se dedica a várias modalidades de delitos, incluindo tráfico de drogas, extorsão e posse ilegal de armas.
A Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO) foi a responsável pela condução das investigações, trabalhando em estreita colaboração com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (ROTAM). A operação também contou com o apoio da Chefia Geral de Inteligência Integrada da SSP, refletindo um esforço conjunto para fortalecer a segurança na região.
As equipes envolvidas na Operação Nêmesis operaram de forma coordenada para assegurar que as medidas de prisão e busca fossem efetivas. A ROTAM, ligada ao Comando de Missões Especiais (CME), e os agentes da Polícia Civil pela DRACCO formaram um contingente operativo preparado para enfrentar a criminalidade local.
A SSP fez um apelo à sociedade, destacando a importância da participação cidadã na luta contra o crime. Informações que possam ajudar na identificação de outros membros da facção criminosa podem ser enviadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181, um serviço que garante a gratuidade das chamadas e a proteção da identidade do informante.
Com a realização da Operação Nêmesis, a SSP reafirma seu compromisso em combater a criminalidade e restaurar a segurança na comunidade de Marechal Deodoro, reforçando a necessidade de um esforço contínuo na luta contra organizações que ameaçam a paz social da região.
