As forças policiais mobilizadas incluíram unidades especializadas, como o Comando de Missões Especiais (CME) e o Comando de Policiamento da Região Metropolitana (CPRM), além de integrantes da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (ROTAM) e do 12º Batalhão da Polícia Militar de Alagoas (PMAL). Durante a realização das diligências, os principais alvos da operação, identificados como “Amorim” e “Mimo”, foram apontados como operantes de pontos de venda de drogas em suas residências e como membros da facção criminosa Comando Vermelho.
A abordagem policial, no entanto, foi recebida com resistência. Testemunhas relatam que os suspeitos reagiram, disparando contra as guarnições, o que culminou em um confronto armado. Infelizmente, ambos os indivíduos foram atingidos e, apesar do socorro prestado pelas equipes de urgência, não conseguiram sobreviver aos ferimentos. Durante a operação, as autoridades apreenderam duas armas de fogo, reforçando a gravidade do cenário encontrado.
De acordo com informações da polícia, “Mimo” era considerado um dos principais líderes da facção criminosa, sendo frequentemente descrito como o braço direito de figuras proeminentes do tráfico. Sua ficha criminal é extensa, abrangendo envolvimentos em homicídios, roubos de cargas e até assaltos a banco. Por sua vez, “Amorim” exercia a função de gerente do tráfico em áreas estratégicas, como o Conjunto Santa Amélia, Medeiros Neto e a Feirinha do Tabuleiro. Ele também é suspeito de participar na comercialização de armamento para a organização criminosa, o que evidencia a complexidade e a periculosidade da rede criminosa em atuação na região.
A operação é vista como um passo significativo no combate ao tráfico de drogas em Alagoas, refletindo o comprometimento das autoridades com a segurança pública e a luta contra a criminalidade.






