Nesta ação, as autoridades estão cumprindo três mandados de busca e apreensão em imóveis localizados tanto na Pavuna quanto em Costa Barros. A operação conta com o suporte de equipes do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), que têm contribuído para fortalecer a segurança pública na área.
As investigações revelaram que o grupo criminoso não se limitava apenas à região da Pedreira; sua influência também se estendia ao Morro da Quitanda. Os métodos utilizados eram ameaçadores: os síndicos eram coagidos a mudar a empresa de segurança sob a ameaça de facilitar a entrada de usuários de drogas nos condomínios. Em algumas circunstâncias, os criminosos chegaram a prometer a destruição de muros divisórios, aumentando ainda mais o clima de insegurança.
Além do temor gerado pelas ameaças, os moradores eram forçados a pagar taxas mensais exorbitantes, sob o pretexto de uma falsa segurança proporcionada pelo novo esquema de segurança imposto. Um dos indivíduos investigados atuava como um intermediário, responsável por repassar as demandadas do grupo. Outro suspeito era o único síndico que cedeu ao contrato imposto pela quadrilha. Após se submeter a esta imposição, ele começou a receber benefícios e passou a trabalhar de maneira informal para a empresa escolhida pelos criminosos. Com a ação policial em curso, espera-se que as atividades dessa organização sejam interrompidas, promovendo maior tranquilidade e segurança para os moradores da região.




