Os alvos incluíram um sofisticado prédio localizado na Jatiúca, região nobre da cidade, e um supermercado na área alta de Maceió. A operação, denominada “Circuito Fechado”, foi batizada em referência à engenhosa estratégia operada pelos suspeitos: eles fechavam formalmente empresas e logo em seguida abriam novas no mesmo local, mantendo o esquema fraudulento ativo e intocável, como um verdadeiro circuito fechado.
Durante a ação, as autoridades apreenderam documentos comprometedores, equipamentos eletrônicos e até mesmo veículos e uma arma de fogo, evidenciando a complexidade e a organização do grupo criminoso. Além de falsidade ideológica e falsificação de documentos, os envolvidos são investigados por fraude societária e outros crimes que ainda estão sendo desvendados.
A operação contou com o apoio crucial de várias entidades governamentais, incluindo a Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ/AL), a Procuradoria-Geral do Estado (PGE/AL), a Secretaria de Segurança Pública (SSP/AL), além das Polícias Civil e Militar, e da Perícia Oficial de Alagoas. A supervisão legal foi provida pela 17ª Vara Criminal da Capital, que expediu os mandados. Esta articulação entre diversas esferas do estado reflete um esforço conjunto na luta contra a criminalidade organizada e as complexas teias que ela tece para ludibriar o sistema.





