De acordo com informações divulgadas pelo Ministério Público de Alagoas (MP/AL), a operação tinha como objetivo não apenas punir os envolvidos criminalmente, mas também corrigir as distorções existentes no mercado e combater a concorrência desleal. O esquema ilícito tinha impacto nos setores químico e plástico, e a ação fazia parte do quinto ciclo investigativo realizado pelas autoridades responsáveis.
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em diversas cidades do estado de São Paulo, como Sorocaba, Leme, Hortolândia, Cerquilho, Santo André, Porto Feliz e São Roque. A operação contou com a participação de 117 agentes públicos, incluindo auditores fiscais, delegados das Polícias Civis de Alagoas e São Paulo, procuradores de Estado, policiais civis e militares, técnicos da Sefaz/AL e promotores de Justiça do Gaesf/AL e Gaeco/SP.
A ação foi conduzida em parceria entre o Ministério Público de Alagoas (MP/AL), Gaesf e Ministério Público de São Paulo (MPSP), por meio do Gaeco. A investigação demonstrou mais uma vez a importância do trabalho conjunto entre as autoridades para combater práticas criminosas e preservar a integridade do mercado, protegendo as empresas e garantindo a concorrência justa e legal.
