A porta-voz da ONG relatou que a cachorrinha tinha sido adotada por uma mulher durante sua fase de vacinação, com a promessa de que seria castrada posteriormente. No entanto, a representante da ONG fez questão de esclarecer que os adotantes não cumpriram o acordo, descrevendo a quebra do contrato como “grotesca”. A situação se agrava ainda mais com a acusação de que a mulher fez a devolução de Lila, enquanto retinha um dos filhotes, que teria sido gerado por ela.
O incidente levantou questões sobre a responsabilidade dos adotantes e a importância da adoção consciente de animais. A porta-voz da ONG foi enfática ao afirmar que a mulher não poderá manter nenhum filhote da cachorrinha. “Nossos advogados estarão envolvidos nesse caso, e ela será colocada na lista de vetados”, declarou, demonstrando a seriedade do compromisso da ONG com o bem-estar dos animais sob sua proteção.
No final do vídeo, foram exibidas imagens de uma discussão entre a porta-voz da ONG e a mulher que abandonou Lila. A activista reforçou a mensagem de que a reprodução de animais deve ser evitada, apelando para a responsabilidade na adoção e cuidados com os pets.
A ONG está em busca de um lar temporário para Lila, que está visivelmente assustada após a experiência traumática. Essa ocorrência destaca a importância de ações de conscientização sobre a adoção responsável de animais, assim como a necessidade de acompanhamento durante e após o processo de adoção, para garantir o bem-estar dos pets e o cumprimento das promessas feitas aos animais resgatados.




