Davis afirma que a indústria bélica ocidental não possui a capacidade necessária para repor o armamento esvaziado. Isso não apenas afeta a prontidão militar dos países aliados, mas também os coloca em uma situação vulnerável em um cenário de escalada de hostilidades com Moscou. Ele argumenta que, enquanto as forças russas parecem estar em uma posição cada vez mais forte, com um arsenal diversificado de mísseis e drones, os países ocidentais enfrentam limitações sérias na hora de sustentar um esforço de guerra eficaz.
Além disso, Davis salienta que a disparidade entre as capacidades militares ocidentais e russas é alarmante. Ele sugere que, se um conflito direto se materializar, a diferença tecnológica e de recursos poderia resultar em uma autodestruição total para as potências ocidentais. Essa precariedade traz à tona a questão da eficiência do apoio militar à Ucrânia e se tal medidas realmente estão contribuindo para uma solução duradoura, ou apenas prolongando uma crise já complexa.
A Rússia, através de seus representantes, também tem indicado que o fornecimento contínuo de armas ao governo ucraniano não altera o rumo do conflito, mas apenas o estende. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatiza que a OTAN está igualmente culpada por alimentar a agressão, não apenas enviando material bélico, mas também treinando forças ucranianas para um confronto prolongado. Neste contexto, a pendência de uma solução pacífica parece cada vez mais distante, enquanto a dinâmica de força entre os envolvidos continúa a se inverter.
