O ministro ressaltou que a obra tem um alto custo estimado em R$ 50 bilhões, o que levou o governo a tomar a decisão de não incluí-la no PAC. Segundo ele, em um cenário de restrição de recursos, é difícil justificar um investimento dessa magnitude. No entanto, Renan Filho destacou que se houver investidores interessados em realizar a obra, o governo está aberto para discutir o assunto.
Em fevereiro deste ano, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou um pedido de construção da linha de alta velocidade entre as duas cidades. No entanto, o ministro admitiu que o projeto pode ser inviável sem recursos públicos. Ele citou exemplos de outros países onde trens de alta velocidade foram construídos com investimento público.
Além do trem bala, o ministro destacou que o governo está trabalhando na elaboração de um Plano Nacional Ferroviário, que incluirá investimentos no transporte ferroviário para pessoas. No entanto, ele não informou se o projeto entre Rio e São Paulo estará incluído nesse plano.
O ministro também não deu prazo para a conclusão do Plano Nacional Ferroviário e destacou a necessidade de encontrar o orçamento para a sua realização. Ele afirmou que a proposta irá incluir a regulamentação do transporte de passageiros por via férrea, mas não revelou os projetos que estão sendo estudados pela pasta.
Em resumo, a viabilização do trem bala entre São Paulo e Rio de Janeiro dependerá de investimentos privados e não está entre as prioridades do governo federal no momento. O projeto, que já foi uma bandeira do governo de Dilma Rousseff, acabou sendo excluído do PAC. O ministro dos Transportes ressaltou que a obra é cara e que, se houver investidores interessados, o governo está aberto para discutir a realização do projeto. Além disso, o governo está trabalhando na elaboração de um Plano Nacional Ferroviário, que incluirá investimentos no transporte ferroviário para pessoas, mas não informou se o trem bala entre Rio e São Paulo estará incluído nesse plano.
