Após ser considerado inocente no julgamento criminal, O.J. Simpson foi condenado em um tribunal civil e obrigado a pagar uma indenização milionária às famílias das vítimas, mas nunca chegou a saldar a dívida. Com sua morte, a especulação sobre o destino de seus bens cresceu, levando a questionamentos sobre se as famílias de Nicole e Goldman finalmente terão acesso à reparação financeira, caso ainda existam recursos a serem partilhados.
A revista Fortune detalhou que, mesmo se O.J. deixou ou não um testamento, seus bens provavelmente terão que passar por um processo de inventário na Justiça. Regras estaduais nos locais onde o ex-jogador residia devem ser seguidas, podendo haver processos separados dependendo da localização dos ativos. Com uma fortuna milionária acumulada ao longo da carreira e da fama, a incerteza sobre o patrimônio deixado por O.J. Simpson pode complicar o processo e gerar disputas judiciais entre herdeiros e credores, incluindo as famílias das vítimas.
Além do caso do assassinato de Nicole Brown e Ron Goldman, O.J. Simpson também foi envolvido em um episódio de sequestro e assalto à mão armada em 2007, o qual resultou em sua condenação a 33 anos de reclusão, dos quais cumpriu 9 antes de ser libertado condicionalmente em 2017. Com uma carreira que transitou do auge do esporte e da publicidade para a ruína financeira e jurídica, a fortuna deixada por O.J. Simpson permanece um mistério, deixando em aberto questões sobre o legado material e polêmico do ex-atleta.
