Em comunicado oficial, o Nubank afirmou que a comunicação equivaleu a um “erro técnico pontual” e que houve um preenchimento padrão do nome da empresa no sistema, uma vez que não havia uma instituição real relacionada ao fluxo acionado. O banco fez questão de enfatizar que a situação não comprometeu de forma alguma a segurança e a estabilidade de seus serviços, tranquilizando a clientela de que suas operações continuavam a transcorrer normalmente.
Cristina Junqueira, cofundadora da fintech, manifestou-se sobre o ocorrido através de suas redes sociais, classificando-o como um “erro bizarro”. Ela explicou que o problema surgiu de um procedimento técnico conhecido como PR, que se refere a um pull request, prática comum na área de desenvolvimento de software onde alterações no código são submetidas para revisão antes de serem implementadas. Julgando a situação da perspectiva do aprendizado, Cristina pediu desculpas aos clientes prejudicados e assegurou que medidas estão sendo tomadas para evitar que incidentes semelhantes voltem a ocorrer.
Embora a falha tenha gerado transtornos momentâneos para alguns usuários, a resposta rápida da empresa e seu compromisso em transparência ajudaram a mitigar a preocupação em torno da segurança dos investimentos no banco. O Nubank reafirmou que todos os investimentos feitos na instituição estão cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), um ponto importante em tempos de incertezas financeiras. Assim, a fintech se compromete a reforçar seus protocolos internos para garantir a integridade da comunicação com seus clientes, aceita as críticas construtivas e se mantém atenta para evitar reincidências desse tipo.
