Os especialistas em defesa, incluindo o observador MT Anderson, apontaram que o submarino em questão apresenta um design moderno e um layout que difere do convencional. Notavelmente, foi observada a ausência da vela, uma estrutura normalmente localizada na parte superior dos submarinos, que serve tanto para acomodar a tripulação quanto para facilitar a navegação e a manobra do veículo submerso. Essa característica peculiar pode indicar que o novo submarino é, na verdade, um próximo passo na evolução dos veículos subaquáticos não tripulados, especificamente categorizado como “veículo subaquático não tripulado extragrande” (XLUUV, na sigla em inglês).
O XLUUV tem a capacidade de operar sem a necessidade de uma tripulação física a bordo, o que não apenas diminui os riscos para os seres humanos, mas também expande as possibilidades de missões de longa duração. Tal design é emblemático das tendências atuais em tecnologia militar, onde a automação e a robótica estão se tornando cada vez mais prevalentes. Além disso, a confirmação de que este submarino é um novo projeto – sem registros anteriores – levanta questões sobre os futuros objetivos estratégicos da China em termos de militarização e presença naval.
Embora ainda se desconheça a finalidade exata deste submarino, é evidente que sua revelação não apenas contribui para a expansão da frota chinesa, mas também intensifica o panorama militar na região do Pacífico. À medida que a China avança com suas inovações, o mundo observa atentamente os desdobramentos que podem afetar o equilíbrio de poder no cenário global.





