Para os novos segurados, as regras são mais rígidas. Mulheres precisam atingir a idade mínima de 62 anos e ter pelo menos 15 anos de contribuição. Para os homens, a exigência aumenta para 65 anos e um mínimo de 20 anos de contribuição. Já os trabalhadores que já estavam no INSS antes da reforma têm à disposição um conjunto de regras de transição que sofrerão ajustes anuais até 2031.
Neste ano, em particular, a idade mínima para aposentadoria começará a subir de maneira progressiva. As mulheres passarão a necessitar de 59 anos e seis meses, enquanto os homens precisarão ter pelo menos 64 anos e seis meses. Além disso, o tempo de contribuição também se tornará mais exigente, com 30 anos para mulheres e 35 anos para homens. No que diz respeito à fórmula de pontos, que combina idade e tempo de contribuição, as novas metas serão de 93 pontos para mulheres e 103 para homens.
Além das alternativas mencionadas, outras modalidades de transição permanecem válidas. Uma dessas é a aposentadoria por idade, que requer 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, ambos com 15 anos de contribuição. Adicionalmente, há o chamado “pedágio” de 50% para aqueles que estavam prestes a se aposentar em 2019, e o de 100%, que exige o cumprimento total do tempo restante para a aposentadoria, oferecendo, em contrapartida, a possibilidade de um benefício maior.
Diante de tantas mudanças, é essencial que os segurados analisem todas as regras e simulações disponíveis. Uma ferramenta útil para isso é o portal e o aplicativo Meu INSS, onde é possível calcular o tempo necessário até a aposentadoria e o valor estimado dos benefícios. Dessa forma, os trabalhadores terão a oportunidade de escolher a modalidade que melhor se adequa à sua situação financeira e ao seu planejamento de vida.







