Uma das principais mudanças diz respeito ao tempo que os jogadores substituídos têm para deixar o campo. Agora, quem for substituído deverá sair em até 10 segundos. Caso o atleta não atenda essa exigência, o novo jogador só poderá entrar após um minuto, obrigando as equipes a agilizar suas mudanças sem comprometer o ritmo da partida.
Outra mudança significativa envolve a presença dos médicos em campo. Quando um jogador fizer o pedido de atendimento médico, ele deverá ficar fora do jogo por um minuto, exceto em situações específicas onde a regra permite atendimento imediato, como casos de lesão mais grave ou choques de cabeça. Essa medida visa impedir que jogadores saiam do campo como uma tática para gastar tempo.
Além disso, o papel do VAR (Video Assistant Referee) foi reforçado. A partir de agora, o árbitro poderá revisar lances que envolvam a aplicação de um segundo cartão amarelo. Também foi estipulado que, se a competição permitir, erros na marcação de escanteios poderão ser corrigidos através do VAR. Essa ampliação nas atribuições do árbitro de vídeo visa aumentar a precisão das decisões durante os jogos, proporcionando justiça nas partidas.
Outra norma relevante introduzida diz respeito a paradas na execução de laterais e tiros de meta. Caso o árbitro perceba que há uma tentativa de retardar o reinício do jogo, ele iniciará uma contagem de cinco segundos. Se o lateral não for realizado dentro desse tempo, o árbitro poderá reverter o lance, concedendo a cobrança ao adversário, evitando assim a perda de tempo deliberada.
Essas novas regras prometem impactar significativamente o desempenho das partidas e a dinâmica do futebol, tornando-o mais fluido e justo, ao mesmo tempo que busca preservar a integridade do jogo.






