O novo sistema foi concebido especificamente para aqueles que utilizam o terminal mencionado e exige que os passageiros possuam um cartão Jaé, seja na versão física ou digital, devidamente vinculado ao CPF do usuário. O funcionamento do BUM é simples: ao embarcar em um ônibus intermunicipal, o passageiro pagará uma tarifa de R$ 6,70 – conforme a determinação do Detro – ao se dirigir ao Terminal Margaridas. Ao desembarcar, quem optar pelo BUM deve utilizar o cartão Jaé nas catracas do BRT Metropolitano.
Após a validação do cartão, o valor de R$ 5, referente à integração tarifária, será debitado. Esse momento inicia a contagem das 20 horas de integração, período durante o qual o usuário pode utilizar o BRT até o Terminal Gentileza, onde pode embarcar no VLT (linhas 1 e 4) ou em ônibus municipais que participam da integração, sem custos adicionais. No retorno, o procedimento se repete, possibilitando que o passageiro utilize o VLT ou ônibus municipal até o Terminal Gentileza, e depois o BRT de volta ao Terminal Pedro Fernandes, novamente sem novo pagamento da integração. Para a viagem de volta, o custo se resume à tarifa de R$ 6,70 do ônibus intermunicipal.
Com essa nova proposta, o total a ser pago pelo usuário para uma viagem de ida e volta chega a R$ 18,40: R$ 6,70 na ida, R$ 5 pela integração e mais R$ 6,70 na volta. Todos os deslocamentos intervenientes entre BRT, VLT e ônibus municipais durante a janela de 20 horas são gratuitos, que é a principal vantagem do BUM.
A operação assistida do novo modelo de integração terá início nesta sexta-feira e contará com a participação gradual de linhas de Nova Iguaçu e São João de Meriti, além das já existentes de Mesquita. No total, dez linhas intermunicipais passarão a operar no Terminal Pedro Fernandes. A expectativa é que os ônibus intermunicipais da Baixada ofereçam intervalos de 20 minutos e o BRT opere entre os terminais com intervalos de apenas três minutos, proporcionando maior agilidade e conforto aos passageiros.
