O Instituto Equatorial traz para Maceió uma oportunidade que transforma vidas com o Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos. A iniciativa, realizada em parceria com o Instituto Yduqs, foi pensada para quem, por diferentes razões, se afastou dos estudos e agora deseja retomar o caminho da leitura e da escrita com acolhimento, respeito e autonomia.
Com uma proposta prática e acolhedora, o programa adapta o ensino à realidade de cada participante. Antes do início das aulas, cada aluno passa por uma escuta inicial que ajuda a identificar necessidades, ritmos e vivências, permitindo que a metodologia seja construída de forma personalizada. O foco é garantir que cada pessoa avance com segurança, resgate a confiança nos estudos e conquiste mais autonomia no seu dia a dia.
Em Alagoas, as aulas acontecerão presencialmente na Estácio de Sá, localizada na Avenida Pio XII, 350, no bairro Jatiúca. O curso terá duração de seis meses, com encontros duas vezes por semana. São 30 vagas e as inscrições seguem abertas até 20 de fevereiro de 2026.
As inscrições podem ser feitas on-line pelo link https forms.office.com r qzYx9mK14D, com apoio de familiares caso necessário, ou presencialmente, diretamente com o professor Carlos Abreu. É importante informar um número de telefone, pois a equipe realizará uma escuta inicial para conhecer a disponibilidade de horários, o nível de leitura e outras informações que ajudarão a construir um plano de aprendizagem adequado para cada aluno.
Segundo a coordenadora do Instituto Equatorial, Janaína Ali, alfabetizar jovens e adultos significa abrir caminhos para o trabalho, para a cidadania e para uma vida com mais escolhas. A educação ao longo da vida fortalece comunidades e ajuda a reduzir desigualdades, reforça ela.
A iniciativa também será realizada nos estados do Maranhão, Pará, Amapá, Piauí e Goiás, totalizando 180 vagas distribuídas entre as unidades da Estácio nesses territórios.
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil ainda tem cerca de 9,3 milhões de pessoas que não sabem ler ou escrever. Projetos como este ajudam a reconstruir trajetórias, ampliar direitos e garantir que ninguém fique para trás.
O programa é financiado com recursos próprios do Grupo Equatorial, por meio do Instituto Equatorial, dentro da estratégia de investimento social privado da companhia e alinhado ao ODS 4 da Organização das Nações Unidas, que trata do acesso à educação de qualidade.
*Com Assessoria de Imprensa da Equatorial Alagoas





