Nikolas Ferreira lidera marcha de 240 km em protesto pacífico por Justiça e Liberdade, reunindo apoiadores em seu trajeto até Brasília.

No segundo dia da “Caminhada pela Justiça e Liberdade”, o deputado federal Nikolas Ferreira, representante do PL de Minas Gerais, deu seguimento ao seu percurso rumo a Brasília na manhã desta terça-feira, dia 20 de janeiro. O trajeto, que abrangeu cerca de 38 quilômetros, teve início às 7h40, com previsão de chegada na cidade de Cristalina, em Goiás, já no início da noite.

A cada passo dado, o deputado notou um aumento considerável no número de apoiadores que se uniram à sua causa. Cerca de 100 pessoas, incluindo colegas deputados federais e vereadores de diversas partes do país, decidiram reforçar a mobilização que se iniciara no dia anterior. Essa adesão demonstra o engajamento popular e político em torno das questões levantadas pela caminhada.

Organizada com atenção ao bem-estar de seus participantes, a mobilização conta com suporte logístico para garantir alimentação e hidratação durante todo o percurso. Além disso, foram estabelecidas paradas estratégicas ao longo da estrada, permitindo que os caminhantes possam descansar e recarregar suas energias para o desafio que se desenrola ao longo de aproximadamente 240 quilômetros, a serem percorridos em um total de sete dias.

Nikolas Ferreira destaca que a caminhada se propõe a ser um protesto pacífico contra o que ele define como decisões arbitrárias no Brasil. Entre as reivindicações e críticas expressas pelo deputado, sobressaem os direcionamentos voltados ao Supremo Tribunal Federal, à administração do governo federal e à situação jurídica de indivíduos envolvidos nos eventos tumultuosos do dia 8 de janeiro.

A “Caminhada pela Justiça e Liberdade” não é apenas uma mobilização política, mas também um chamado à reflexão e ao debate sobre temas que, segundo Ferreira e seus apoiadores, afetam a democracia e a liberdade de expressão no país. O ato se desdobra em um cenário que busca engajar a sociedade em um diálogo sobre os rumos da nação e a proteção dos direitos fundamentais de seus cidadãos, reafirmando a importância da participação cívica em processos decisórios.

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