Em sua declaração, Ferreira afirmou categoricamente: “Não encontrei com ele, não tivemos reunião de diretriz para definir a maneira como vou colaborar no que for necessário.” Isso demonstra uma clara intenção de distanciar-se de qualquer articulação que poderia sugerir uma aliança pré-estabelecida com o grupo bolsonarista. O parlamentar mineiro ressaltou a falta de um planejamento claro acerca de sua possível candidatura ao governo de Minas Gerais, insinuando uma incerteza sobre quem estaria realmente responsável pelas diretrizes da campanha.
Além disso, Ferreira fez questão de esclarecer que não faz parte da coordenação política do senador Flávio Bolsonaro, buscando desmantelar as especulações que tenham surgido nesse sentido. Ele reiterou: “O que tem que ser deixado muito claro é que eu não faço parte do planejamento do governo e da campanha dele.” Essa afirmação não apenas reafirma sua posição independente, mas também oferece uma perspectiva sobre como Ferreira pretende se movimentar no cenário político atual, que está em constante transformação.
Esses posicionamentos vêm à tona em um momento em que o ambiente político se aquece, com a aproximação do período eleitoral. Ferreira, ao recusar qualquer associação formal com Flávio Bolsonaro, parece estar se preparando para uma candidatura que, embora ainda envolta em mistério, deve seguir seus próprios rumos. O cenário em Minas Gerais promete intensificar os debates sobre políticas e estratégias, e a postura de Ferreira pode trazer novas dinâmicas à disputa, tanto no âmbito estadual quanto nacional.
