O cerne da questão envolveu um contrato firmado entre o ex-jogador e o organizador do evento, que pretendia contar com a presença de Neto não apenas em uma festa de aniversário de um ano do filho, mas também em um evento esportivo que tinha grande visibilidade na cidade. O ex-atleta, no entanto, informou seu contratante apenas um dia antes da celebração que não poderia comparecer, o que gerou insatisfação e levou à ação judicial.
Durante o processo, o juiz analisou a situação e considerou que as provas apresentadas comprovaram a consciência de Neto sobre o acordo. Provas como um vídeo onde o próprio ex-jogador confirma sua presença no evento, juntamente com mensagens trocadas e comprovantes de pagamento, foram cruciais para a decisão. Por outro lado, a defesa de Neto argumentou que ele não tinha conhecimento do compromisso e afirmou que o uso de sua imagem no marketing do evento foi inadequado, solicitando uma indenização contraposta por esta razão. Entretanto, essa solicitação foi negada pelo juiz, que a considerou improcedente.
Esse desfecho põe em evidência não apenas a responsabilidade de figuras públicas em compromissos assumidos, mas também o impacto que a ausência de uma personalidade conhecida pode ter em eventos organizados, especialmente sendo uma celebração infantil que deveria trazer alegria para a família envolvida. O caso repercutiu nas redes sociais e despertou discussões sobre a importância da ética no tratamento de contratos e compromissos sociais.






