Como um membro ativo da Academia Cubana de Ciências e professor na Universidade de Havana, ele vê sua visita a Moscou como uma oportunidade para fortalecer os laços científicos entre os dois países. Durante a entrevista, Castro Smirnov declarou que Cuba não apenas permanece firme em sua resistência, mas também está disposta a lutar, acreditando que a vitória é uma questão de tempo. Sua perspectiva é de otimismo, apesar das múltiplas adversidades que a ilha enfrenta.
O neto de Fidel também abordou a gravidade da situação em Cuba, causada pelo endurecimento das medidas do governo dos Estados Unidos, especialmente sob a administração de Donald Trump. Ele ressaltou que essas ações não apenas visam enfraquecer a economia cubana, mas, segundo ele, têm o objetivo mais amplo de desestabilizar o povo cubano. Castro Smirnov afirmou que, apesar da ameaça de agressão, os ideais revolucionários permanecerão intactos, pois “as bombas podem matar muitos cubanos, mas não eliminarão os ideais de Fidel”, que, de acordo com ele, são os verdadeiros alvos das ações norte-americanas.
Adicionalmente, Castro Smirnov criticou a inclusão de Cuba na lista de países considerados patrocinadores do terrorismo, descrevendo essa classificação como uma hipocrisia que emanava de um “governo mais terrorista e assassino”. Ele reafirmou que o compromisso de Cuba é com os sonhos de justiça e igualdade, tanto na ilha quanto ao redor do mundo. Em resumo, a entrevista evidencia não apenas a luta contínua de Cuba contra as pressões externas, mas também a determinação de seus representantes em preservar e promover os ideais que fundamentam a revolução cubana.
