Netanyahu Declara Intenção de Eliminar Líderes Houthis Apesar de Críticas de Aliados e Tensão Aumentada no Oriente Médio.

No último domingo, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez uma declaração enérgica prometendo eliminar todos os líderes dos houthis do Iémen, mesmo em meio a críticas de seus aliados. Essas afirmações surgem em um contexto de tensão crescente no Oriente Médio, marcado por confrontos e uma escalada de conflitos que afetam a segurança regional.

Netanyahu afirmou que as Forças de Defesa de Israel (FDI) já conseguiram eliminar a maioria dos líderes houthis e seguirão em busca dos restantes. Esse posicionamento assume um caráter estratégico, uma vez que os houthis, grupo que controla o norte do Iémen e parte da costa do mar Vermelho, começaram a lançar mísseis e drones contra Israel desde o início do recente conflito na Faixa de Gaza, em outubro de 2023. Esse apoio dado pelos houthis à Palestina intensificou a retórica bélica na região.

Recentemente, as FDI também almejaram neutralizar figuras importantes do Hamas, como o porta-voz Abu Obeida, em uma série de ataques na Faixa de Gaza. No dia anterior a essa declaração, as forças israelenses afirmaram ter atingido um alvo considerado-chave do Hamas na Cidade de Gaza. É notável que, desde o início da ofensiva israelense, após um ataque sem precedentes de foguetes que resultou na morte de mais de 1.200 israelenses, o governo de Netanyahu intensificou suas medidas militares e lançou a Operação Espadas de Ferro, que incluiu ataques aéreos contra alvos civis e um bloqueio completo à Faixa de Gaza.

Além das ações diretas contra os houthis e o Hamas, a retórica de Netanyahu destaca a complexidade e a interligação dos conflitos no Oriente Médio, onde as alianças e hostilidades podem mudar rapidamente. A situação permanece volátil, com graves consequências humanitárias e políticas, exigindo atenção internacional. Essa determinação de Netanyahu em erradicar a liderança dos houthis demonstra a tensão crescente entre Israel e grupos militantes, e acende um alerta sobre a possibilidade de um conflito ainda mais amplo na região.

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