O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a relevância dessa vacinação, que não apenas protege os profissionais de saúde, mas também contribui para a prevenção da dengue nas comunidades. Esses trabalhadores são fundamentais para controlar a propagação da doença, já que realizam visitas domiciliares e monitoram a presença de criadouros do mosquito Aedes aegypti.
Além de direcionar a vacinação para os profissionais de saúde, o Ministério planeja expandir esse suporte a pessoas de 15 a 59 anos ainda neste ano, à medida que a produção da vacina aumenta. Com um investimento de R$ 368 milhões, o governo adquiriu 3,9 milhões de doses, planejando uma oferta significativa ao longo dos próximos meses.
Outra inovação gerada por essa estratégia é a parceria internacional com uma empresa chinesa, que possibilitará aumentar a produção da vacina brasileira em até 30 vezes. O novo imunizante já demonstrou eficácia de 74,7% contra formas sintomáticas da dengue e de 89% contra os quadros graves da doença, representando uma esperança significativa no combate à epidemia.
Em 2025, houve uma queda expressiva de 74% nos casos de dengue em relação ao ano anterior, embora o Ministério da Saúde ressalte a importância de manter o monitoramento e a eliminação de criadouros do mosquito, que continua sendo a principal forma de prevenção. A vacinação agora se soma às outras estratégias de controle, como uso de inseticidas e campanhas de conscientização.







