A formação foi direcionada a agentes de combate a endemias e profissionais de Vigilância em Saúde da cidade, responsáveis pela instalação e manutenção das armadilhas. O coordenador do Programa Estadual de Controle de Zoonoses, Clarício Bugarim, explicou que a Ovitrampa consiste em um recipiente escuro com água e uma palheta de madeira ou papelão, que imita um criadouro natural do mosquito. Isso atrai as fêmeas, que depositam os ovos na palheta. Essa coleta periódica permite o cálculo do Índice de Densidade de Ovos, um indicador crucial para entender a densidade populacional do vetor na área monitorada.
Coruripe será o município piloto do projeto, que será expandido para outras cidades de Alagoas com mais de 50 mil habitantes, como Maceió, Arapiraca e Palma de Monte Alto, até julho. Bugarim destacou as vantagens da técnica, que inclui baixo custo, facilidade operacional e a capacidade de monitorar continuamente as áreas ao longo do ano. Essa abordagem é estruturante para que as autoridades de saúde possam direcionar ações de controle de forma mais eficaz, aumentando a segurança e o bem-estar da população alagoana.







