O primeiro CNPJ alfanumérico foi atribuído a uma filial do Banco do Brasil S.A., com o registro 00.000.000/E08G-12. Importante destacar que essa nova formatação será adotada exclusivamente para novas inscrições, mantendo os CNPJs já existentes inalterados. Assim, as empresas que já possuem seu número continuarão com ele, sem a necessidade de recadastramento ou alteração.
Embora a transição para o formato alfanumérico já tenha começado, os registros recém-emissos na fase inicial ainda poderão ser gerados com uma sequência numérica, visto que o limite anterior ainda não foi completamente atingido. A mudança se dará de forma gradual ao longo de 2026. Com esse cenário em andamento, órgãos públicos, instituições financeiras e empresas devem se apressar para revisar suas tecnologias.
A adequação dos sistemas é crucial para permitir o recebimento, armazenamento e validação de códigos que incluam letras. Organizações devem atualizar suas bases de dados, sistemas de emissão e recepção de documentos fiscais, além de soluções contáveis e de faturamento. A falta dessas adequações pode resultar em rejeição de documentos e problemas no cadastramento de novas empresas, impactando negativamente na arrecadação de receitas.





