Entre as principais inovações, destaca-se a inclusão de novos perfis familiares e a atualização no enquadramento para aquelas de menor renda, beneficiadas na Faixa 1. Nas áreas urbanas, os novos limites são: R$ 3,2 mil para a Faixa 1 (anteriormente R$ 2,8 mil), R$ 5 mil na Faixa 2 (um aumento de R$ 300), R$ 9,6 mil na Faixa 3 (crescimento de R$ 1 mil) e R$ 13 mil na Faixa 4 (aumento de R$ 1 mil).
Além das faixas de renda, os tetos para financiamento de imóveis também foram ajustados. Para as Faixas 1 e 2, os valores continuam entre R$ 210 mil e R$ 275 mil, conforme a localização. Já na Faixa 3, o teto foi elevado para R$ 400 mil, e na Faixa 4, para R$ 600 mil.
No meio rural, a nova estrutura considerou a renda anual familiar. As faixas foram definidas como: até R$ 50 mil na Faixa Rural 1; de R$ 50.000,01 até R$ 70.900 na Faixa Rural 2; e de R$ 70.900,01 até R$ 134 mil na Faixa Rural 3. Essa revisão, segundo especialistas, é crucial para impulsionar a economia local, fomentar a construção civil e aumentar a disponibilidade de moradia.
Para aprimorar a gestão habitacional, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) oferece capacitações voltadas a gestores municipais, com eventos que incluem o Conexão CNM, programado para os dias 23 e 24 de abril, em Criciúma (SC). A discussão sobre habitação também será uma das pautas da XXVII Marcha a Brasília, que ocorrerá entre 18 e 21 de maio, reunindo autoridades e gestores para debater as necessidades e desafios dos municípios brasileiros.





