A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que o processo de credenciamento deve ser conduzido pelo prefeito ou por um servidor efetivo designado, sendo que membros do Conselho Tutelar e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) estão excluídos dessa representação. Este programa representa uma alternativa estratégica para as administrações locais, uma vez que não gera custos adicionais e contribui para equipar os espaços que atuam na promoção e proteção dos direitos humanos.
A estratégia tem como foco a aquisição de bens e equipamentos para apoiar instituições que trabalham nesta área. Cada política pública ligada ao programa é supervisionada por uma secretaria nacional dentro do ministério, que elabora cronogramas para a participação das instituições interessadas. As políticas abordam diversas áreas, como os direitos de crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, da comunidade LGBTQIA+, além de populações em situação de rua e migrantes.
O EquipaDH+ é estruturado em fases distintas: seleção (comprendendo credenciamento, adesão, habilitação e classificação), equipagem (incluindo seleção de beneficiários e aquisição de bens) e monitoramento (fiscalização e avaliação). Esta iniciativa, ao fortalecer as capacidades locais na defesa dos direitos humanos, demonstra a importância do apoio federal na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
