Anualmente, a campanha busca conscientizar a população sobre a importância da proteção integral das crianças e adolescentes, especialmente em eventos de grande aglomeração, onde há risco de violações de direitos, como abuso e exploração sexual, e trabalho infantil. Nesse contexto, a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Pilar Lacerda, destaca que o Carnaval deve ser um espaço seguro para todas as crianças. A campanha pretende engajar foliões, comerciantes e gestores públicos na criação de um ambiente respeitoso e protetivo.
Para 2026, a campanha traz inovações, como a criação de uma Central de Operações Integrada em Recife, que utilizará tecnologia de geolocalização e drones para monitoramento. O uso de pulseiras de identificação para crianças e telões para apresentar imagens de jovens desaparecidos promete otimizar a resposta em situações emergenciais, mostrando um compromisso renovado com a segurança.
Além disso, o MDHC também lança o Guia de Proteção Integral de Crianças e Adolescentes em Grandes Eventos, que orientará gestores e profissionais a implementarem ações preventivas e a garantirem um atendimento eficaz em casos de violação de direitos, baseando-se em experiências bem-sucedidas em diversas regiões do Brasil. A campanha reafirma a dedicação do Estado brasileiro à proteção dos direitos de crianças e adolescentes, garantido que o Carnaval seja, de fato, uma celebração inclusiva e segura para todos.
