A chamada pública é acessível a um amplo espectro de participantes, incluindo serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), gestões nas esferas municipal, estadual e distrital, organizações da sociedade civil, instituições de ensino e pesquisa, coletivos e movimentos sociais. Comunicadores e educadores populares que atuem na temática também são encorajados a participar, com especial atenção dada a experiências que atendam juventudes negras e jovens em situações de vulnerabilidade.
As experiências a serem inscritas devem se encaixar em uma das três linhas temáticas definidas: intervenções estruturais, comportamentais e biomédicas. Exemplos incluem ações de combate ao estigma, educação sexual, campanhas de comunicação, e a ampliação da testagem para HIV, além da distribuição de preservativos e autotestes.
As iniciativas elegíveis precisam ter sido implementadas a partir de janeiro de 2022, apresentando resultados parciais e evidências de eficácia. Elas devem estar alinhadas às Diretrizes para a Eliminação da Aids no Brasil até 2030, abrangendo áreas como promoção, prevenção combinada e fortalecimento da participação social.
Atualmente, a plataforma IdeiaSUS Fiocruz já compila quase 4 mil experiências inovadoras do SUS. Durante a avaliação, aspectos como adequação ao público-alvo, inovação, protagonismo juvenil e sustentabilidade serão considerados. Os cinco projetos com melhores resultados terão a oportunidade de participar de um evento promovido pelo Ministério da Saúde.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente através de um formulário eletrônico na plataforma oficial até o dia 24 de maio, e é fundamental que os participantes sigam as normas de proteção de dados, direito de imagem e as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).