As mudanças incluem uma atualização nos limites de renda familiar e nos tetos máximos para os imóveis elegíveis para financiamento. especificamente, na Faixa 3 do programa, os tetos para os imóveis agora podem alcançar até R$ 400 mil, enquanto a classe média pode financiar até R$ 600 mil. Para as Faixas 1 e 2, os limites permanecem com base em critérios regionais, podendo chegar a até R$ 275 mil, dependendo do porte de cada município.
Essas novas condições fornecem a oportunidade de reenquadramento para muitas famílias, atribuindo-lhes acesso a financiamento com condições mais favoráveis, incluindo taxas de juros reduzidas. Por exemplo, famílias que antes se enquadravam na Faixa 2, com renda em torno de R$ 3 mil, agora podem ter acesso à Faixa 1, beneficiando-se de uma redução de pelo menos 0,25 ponto percentual na taxa mínima de juros. Essa diminuição impacta diretamente no custo total do financiamento ao longo do tempo.
Essas alterações, que já foram aprovadas em março pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), têm o potencial de transformar a realidade habitacional de muitas famílias, facilitando a conquista da casa própria em um cenário econômico desafiador.






