O projeto se destaca pela relevância social, especialmente no Sítio Mendes, que abriga uma comunidade quilombola remanescente. Neste local, as 38 famílias agora contam com um poço de 80 metros de profundidade, com capacidade de fornecer uma vazão de 5.000 litros por hora. Esta estrutura não apenas promove a autonomia hídrica, mas também representa um avanço em termos de reparação social.
Na Várzea de Dona Joana, um poço com a mesma profundidade foi construído, mas com vazão de 2.000 litros por hora, beneficiando 202 famílias. Já o Sítio Morcego recebeu um poço de 100 metros com capacidade para 500 litros por hora, atendendo 12 famílias. A instalação de chafarizes comunitários garante que todas as famílias da região tenham acesso facilitado à água.
O secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Ygo Costa, ressaltou a importância da iniciativa liderada pelo governador Paulo Dantas, destacando o compromisso da gestão com a dignidade e justiça social, especialmente em comunidades frequentemente marginalizadas. O projeto reafirma a visão do governo de priorizar o abastecimento humano, promovendo a dignidade e o respeito às necessidades básicas da população.
