Ana Rodrigues, coordenadora substituta do Escritório do Ministério da Cultura, destaca a importância da Feira ao relembrar a riqueza cultural de Alagoas. Com satisfação, ela elogia a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) pela iniciativa, ressaltando como a variedade dos estandes reflete a força dos municípios, uma visão compartilhada por muitos presentes.
A experiência é pessoal também para Ítala Lucimara Pereira Costa, assessora educacional de Pariconha, que participa pela primeira vez do evento. Para ela, o sentimento de pertencimento é palpável. “É uma vivência extraordinária; Alagoas ressoa em cada canto da Feira”, afirma. Ela expressa um encantamento especial com o estande de Teotônio Vilela e recomenda a experiência para aqueles que ainda não conhecem o estado.
Mônica Formiga, natural de Palmeira dos Índios, também compartilha suas emoções ao visitar o evento: “A organização desse ano está impressionante. Quando cheguei ao estande da minha cidade, não consegui conter as lágrimas.” Ela adquiriu uma obra de arte que remete às memórias da sua mãe, evocando um profundo elo afetivo.
A Feira atrai visitantes de outros estados, como Tábata Lima, do Rio Grande do Sul, que se encantou com a diversidade local. “Tudo está muito bem organizado e acolhedor. A riqueza do artesanato e das apresentações culturais vale a visita”, comenta, enfatizando a proeminência da criatividade alagoana.
Este evento anual, promovido pela AMA, conta com o apoio do Governo de Alagoas e diversas entidades, reafirmando seu compromisso em celebrar e promover as potencialidades turísticas e culturais de Alagoas, deixando marcas indeléveis no coração dos que ali passam.






