A programação incluiu música, dança, teatro e folclore, permitindo que o público se conectasse diretamente com as tradições alagoanas. Cada apresentação refletiu a identidade da sua região, além de servir como um importante meio de transformação social. Iniciativas como o grupo “Bateu na Lata”, da Prefeitura de Belo Monte, mostram como a arte pode inspirar e oferecer oportunidades de emprego para jovens em situação de vulnerabilidade. Constituída por 42 adolescentes, o grupo utiliza instrumentos recicláveis para criar música e promover inclusão social.
A secretária de Assistência Social de Belo Monte, Lícia Feitosa, ressaltou que o projeto tem sido uma verdadeira salvação para esses jovens, que estão ansiosos para participar. Eles não apenas se divertem, mas também se sentem valorizados e motivados a melhorar suas vidas.
A presença da família na Arena Cultural, como o caso de Carla Assis e seu filho, destaca o apelo da feira, que não apenas celebra a cultura, mas também convida visitantes a descobrir mais sobre as belezas de Alagoas. A importância da música na formação da juventude foi enfatizada pelo clarinetista Alexandre Baraúna, que defendeu investimentos em educação musical como forma de combater o uso excessivo de dispositivos eletrônicos.
Os visitantes puderam desfrutar de performances de quadrilhas, danças populares, bandas filarmônicas e muitas outras manifestações culturais. A herança ancestral foi celebrada com apresentações como o Reisado de Viçosa e o Maracatu de Palmeira dos Índios. A feira, promovida pela Associação dos Municípios Alagoanos, com o apoio de várias entidades, se consolidou como um importante espaço de valorização e promoção das culturas locais.






