Para viabilizar o acesso a estruturas de monitoramento, a CNM destaca a necessidade de apoio técnico e financeiro aos Municípios, além de promover a integração multissetorial desses instrumentos de gestão. Essa estratégia possibilita otimizar o investimento público, fortalecer a resposta a emergências climáticas e garantir uma gestão local mais eficiente voltada para a prevenção.
Um estudo publicado pela entidade revelou que apenas 66% dos Municípios possuem centrais operantes que monitoram situações de emergência ou desastres. Em localidades com menos de 10 mil habitantes, esse índice cai para 61%. A pesquisa também apontou que a segurança pública é a área de monitoramento mais difundida nos centros de operações municipais, enquanto o monitoramento do transporte público apresenta o menor índice.
É essencial que haja apoio contínuo da União e dos Estados para fortalecer a gestão municipal de riscos e desastres, visando minimizar danos e prejuízos em caso de eventos climáticos extremos. A falta de centros de operações em muitos Municípios, principalmente nas cidades menores, evidencia a necessidade de investimento e capacitação nessa área para garantir a segurança e o bem-estar da população.




