Em 2024, a taxa média de cobertura vacinal atingiu 87,6%. No entanto, apenas a vacina BCG e a primeira dose da Tríplice Viral conseguiram alcançar suas metas. Para Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação, o sucesso observado nas campanhas vacinais é resultado do comprometimento dos gestores municipais, que trabalham ativamente para implementar políticas de saúde eficazes. Ele enfatiza a importância da articulação entre os diferentes níveis de governo e pede ao Ministério da Saúde que assegure a disponibilidade contínua de vacinas, a fim de evitar desabastecimentos no futuro.
A análise também aponta que vacinas como a da Poliomielite não atingem a meta de 95% desde 2016, e a cobertura da vacina contra Hepatite B encontra-se abaixo do esperado desde 2014. A Confederação destaca a urgência de um esforço colaborativo, propondo soluções como a modernização do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações e a implementação de campanhas educativas contínuas para aumentar a conscientização sobre a importância da vacinação.
