A CNM tem enfatizado a urgência de apoio financeiro mais robusto, uma vez que as responsabilidades dos municípios em relação à gestão do Cadastro Único e do Bolsa Família estão sendo ampliadas para 2026. A nova portaria requer entrevistas domiciliares para a maioria das famílias, aumentando, assim, a carga de trabalho dos gestores municipais, o que pode acarretar custos adicionais sem a devida compensação financeira.
Além da recente insuficiência do IGD-PBF, a confederação critica a defasagem histórica do valor, que, se ajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deveria ser de cerca de R$ 7,19. Essa diferença representa uma desvalorização de 114,61% desde a criação do programa em 2006.
Como resultado dessa abordagem, a CNM denuncia que os municípios estão sobrecarregados, com suas habilidades ampliadas sem a correspondente ajuda financeira necessária para o gerenciamento eficiente desses programas. A situação destaca não apenas a luta por mais recursos, mas também a necessidade de um sistema que suporte adequadamente a administração pública e as comunidades mais vulneráveis.






