A iniciativa busca resolver problemas logísticos e operacionais associados à guarda desses materiais, promovendo um sistema mais seguro e organizado. Jorge Dantas, vice-presidente da AMA, destacou a importância de um debate aprofundado, considerando questões como a segurança dos itens apreendidos, a agilidade nos trâmites legais e a capacitação dos responsáveis pela gestão dos depósitos. Ele sugeriu ainda a formação de um grupo de trabalho para desenvolver uma proposta viável em curto prazo.
O tenente-coronel Paulo Eugênio, representante da PM, ressaltou que, com a adoção de novas tecnologias e capacitação, o número de apreensões atingiu a marca de 17 mil, indicando a urgência da proposta. Medidas têm sido introduzidas para facilitar a gestão desses materiais, incluindo a possibilidade de os municípios atuarem como fiéis depositários.
O juiz Kleber Costa, da Corregedoria do Judiciário, complementou informando que as comarcas estão sendo orientadas a acelerar os julgamentos relacionados a esses casos, seguindo as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entre as sugestões discutidas, o prefeito de Mar Vermelho, André Almeida, propôs a destinação das apreensões a conselhos municipais, uma prática que, segundo o coronel Luna, já está em implementação através de um sistema de cadastramento. Essa discussão representa um passo importante rumo à melhoria da gestão dos materiais apreendidos, promovendo um ambiente mais seguro e eficiente para a comunidade.






