O programa conta com a colaboração de diversos parceiros institucionais, incluindo o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) e a Universidade de São Paulo (USP), além da Usina Coruripe. Segundo Alberto Fonseca, promotor de Justiça que lidera a ação, essa atividade representa a continuidade de um esforço de décadas para reverter a extinção da espécie, que chegou a ser considerada extinta na natureza.
Lavínia Fragoso, também do MPAL, destaca que ações como essa têm um impacto que ultrapassa o resgate de uma única espécie, promovendo a biodiversidade e a saúde dos ecossistemas locais. O gerente de sustentabilidade da Usina Coruripe, Bertoldino Apolônio Teixeira Júnior, comentou sobre a importância da cooperação entre setores públicos e privados, enquanto especialistas têm trabalhado arduamente para garantir o sucesso da reintrodução das aves. Após um período necessário de aclimatação, os Mutuns-de-Alagoas estarão prontos para assumir novamente seu lugar no ecossistema, simbolizando um avanço significativo na recuperação da biodiversidade na região.






