O evento reuniu uma ampla gama de stakeholders, incluindo representantes do Governo do Estado, universidades como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), além de órgãos como a Fapeal e o Ministério Público. Durante a oficina, foram apresentados diagnósticos iniciais sobre as vulnerabilidades ambientais e as bases técnicas que guiarão a construção de cidades mais resilientes e saudáveis na região, preparadas para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas.
O secretário Judson Cabral enfatizou a importância desse trabalho integrado, afirmando que se trata de um planejamento que combina ciência, gestão pública e participação social, visando transformar a arborização em uma política pública efetiva. Ele ressaltou que a presença da AMA é fundamental para garantir a eficácia da iniciativa nas diversas cidades alagoanas.
A promotora Lavínia Fragoso destacou a importância histórica do plano, que é considerado o primeiro desse tipo em todo o Brasil. A realização da oficina marca o início de um intenso processo participativo que levará à criação de diretrizes e prioridades para o futuro urbano do estado. Para Bruno Teixeira, o foco não deve ser apenas decorativo, mas sim na saúde pública e na melhoria da qualidade do ar nas cidades, com a expectativa de que o plano, uma vez finalizado, seja efetivamente implementado em colaboração com outros órgãos.
O Grupo de Trabalho, que coordena a elaboração do plano, conta com a participação de profissionais de diversas áreas e é liderado pela Ufal. As contribuições dos municípios foram cruciais para a formação do diagnóstico estadual, que servirá de base para a futura arborização urbana em Alagoas.
