Diante da repercussão negativa, a mulher, identificada como Márcia Maria, decidiu abrir as portas de sua casa e mostrar sua coleção de plantas como forma de se defender. Em entrevista à TV Gazeta, Márcia insistiu que não cometeu furto, afirmando que a planta foi dada a ela por um funcionário que trabalhava na obra. Segundo ela, a situação ocorreu enquanto visitava a área reformada; ela pediu permissão ao trabalhador para levar a muda, que foi colocada em um saco por ele mesmo.
“Eu disse: ‘Moço, que planta bonita, o senhor pode me dar um olhinho?’. Ele respondeu que eu poderia pegar”, comentou Márcia, defendendo que não houve intenção de furtar. Apesar de sua insistência quanto à legalidade da ação, ao deixar o local, ela foi alvo de insultos e, posteriormente, teve sua imagem exposta como ladrã nas redes sociais.
Essa divulgação gerou uma onda de críticas, provocando uma série de reações hostis, que incluem ameaças e comentários sobre possíveis consequências legais. Em um desabafo emocional, Márcia expressou sua indignação com a situação, afirmando: “Pegaram esse caso pequeno, jogaram na internet e me chamaram de ladrona”. Para reforçar sua posição, ela mostrou a abundância de plantas que cultiva em sua casa, sugerindo que não haveria motivo para cometer um crime.
Além disso, Márcia ainda destacou que sempre teve um grande apreço por plantas e que a coleção é uma paixão pessoal. “Se quiserem vir aqui, podem ver. Eu não precisei roubar”, afirmou, desafiando aqueles que a acusaram. Esta situação levanta questões sobre a rapidez com que informações podem se espalhar nas redes sociais e os impactos que isso pode ter na vida de indivíduos e comunidades.
