O promotor de justiça Fábio Nunes declarou que os suspeitos foram presos e passarão por uma audiência de custódia, onde será avaliada a necessidade da manutenção da prisão. O objetivo é aguardar a conclusão do inquérito policial para oferecer a denúncia e iniciar a ação penal em busca de justiça para as famílias das vítimas.
Braulino, natural de Pão de Açúcar, e Oliveira, de Palmeira dos Índios, eram policiais militares de longa data, atuando de forma descaracterizada na Inteligência. A suspeita é de que os disparos que culminaram em suas mortes foram motivados pela desconfiança dos atiradores em relação a eles.
A morte desses dois militares gerou comoção e revolta na corporação e na sociedade alagoana como um todo. A vida desses profissionais que arriscam suas vidas diariamente para manter a segurança pública foi ceifada de forma abrupta e trágica.
Neste momento de luto, a investigação continua para esclarecer os fatos e responsabilizar os envolvidos. O MP/AL acompanhará de perto cada etapa desse processo, buscando respostas e justiça para as famílias e para a corporação da Polícia Militar de Alagoas. É fundamental que casos como este sejam elucidados e que a segurança dos profissionais que dedicam suas vidas ao serviço público seja garantida e respeitada.






