A Polícia Militar foi chamada após um pedido de averiguação e, ao chegar ao local, encontrou familiares da vítima, além de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que confirmaram o óbito. A cena da tragédia apresenta Renata caída ao lado da cama, deitada de costas, com o rosto voltado para cima. Relatos preliminares indicam que a vítima apresentava inchaço facial e uma marca roxa no antebraço direito. É importante destacar que não foram encontrados sinais de violência ou desordem no apartamento, o que levou a equipe de investigação a preservar o local para análise pericial.
Informações fornecidas pela família apontam que Renata havia realizado um procedimento estético poucos dias antes de sua morte, o que poderia justificar o edema facial. Contudo, as circunstâncias que levaram a sua morte permanecem não esclarecidas, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames que deverão determinar a causa do falecimento.
Elementos da investigação apontam para comportamentos suspeitos de seu namorado, que, segundo relatos da mãe da vítima, pode ter sido a última pessoa a vê-la com vida. O namorado foi visto saindo do apartamento, levando itens pessoais de Renata, como um boné e sacolas. Câmeras de segurança do prédio registraram sua entrada e saída, corroborando o depoimento da família. A mãe demonstra preocupação e indignação, questionando a atitude do homem diante da morte da filha.
O caso foi classificado como “morte suspeita” e está sob a responsabilidade do 4º Distrito Policial no bairro Consolação. A Secretaria da Segurança Pública foi acionada para esclarecer a situação mas limitou-se a informar que diligências estão em andamento para elucidar todos os fatos envolvidos.
Assim, a sociedade aguarda com expectativa e apreensão o desfecho dessa investigação, na esperança de que se faça justiça e que a memória de Renata seja honrada.
