Mashico viveu praticamente toda a sua existência em uma zona rural remota do Peru, onde desempenhou funções como agricultor e pedreiro, contribuindo para o sustento de sua comunidade. Apesar de sua longa vida, o homem nunca se casou e não teve filhos, decisões que podem refletir um estilo de vida simples e focado em suas atividades.
A sua condição de longevidade despertou interesse tanto em níveis locais quanto internacionais, com muitos o considerando o homem mais velho do mundo. No entanto, este reconhecimento não se materializou oficialmente, uma vez que a falta de documentação adequada impediu que a sua idade fosse validada por organizações reconhecidas, como o Guinness World Records.
Familiares e autoridades que tomaram conhecimento de sua história ressaltam que Mashico atribuia sua impressionante longevidade a hábitos humildes e uma ligação profunda com a natureza. Seu estilo de vida, tranquilo e focado no essencial, chamou a atenção das mídias, que encontraram nele um exemplo dos benefícios de uma vida saudável e equilibrada, longe dos excessos típicos das sociedades modernas. Assim, a vida deste homem extraordinário não apenas ilumina uma era, mas serve como um tributo à simplicidade e ao respeito pela natureza, valores que podem, em certa medida, estar se perdendo na contemporaneidade.
