A agenda do ministro também inclui uma passagem por Dallas, no Texas, em novembro de 2017. Um dos registros de 2016, no entanto, não especifica a cidade visitada. Essa frequente presença nas terras americanas, especialmente em Orlando, sugere um interesse particular em férias ou eventos festivos, embora o exato propósito de cada viagem não esteja publicamente detalhado.
As informações sobre as viagens de Moraes para os EUA surgem em um contexto delicado. Recentemente, ele foi sancionado pela lei Magnitsky, um instrumento legal que visa punir indivíduos estrangeiros envolvidos em violações de direitos humanos ou grave corrupção. Como resultado, Moraes enfrenta restrições significativas, incluindo proibições de entrada nos Estados Unidos e limitações em operações financeiras no país. Essa medida acirrou os ânimos e trouxe mais atenção à sua figura, não apenas no Brasil, mas também no cenário internacional.
Além de sua atuação no STF, onde é conhecido por decisões envolvendo questões controversas e polarizadoras, a vida pessoal e profissional de Moraes sempre foi foco de análise e debate público. Ao mesmo tempo em que suas viagens revelam um lado mais leve do ministro, a aplicação da lei Magnitsky mostra que o ambiente político no qual ele está inserido é tenso e complexo. A interseção entre sua vida privada, sua carreira política e as repercussões internacionais promete ser um tema de interesse contínuo à medida que novos desdobramentos ocorrem. A situação de Moraes é um reflexo das tensões que permeiam o cenário jurídico e político brasileiro, levantando questões sobre direitos, responsabilidades e a conexão entre ações pessoais e as implicações no espaço global.