O processo está tramitando na 2ª Vara Cível e Ambiental de Trindade, onde a litigante argumenta que a situação provocou um desvio produtivo, significando que ela teve que investir tempo e esforço consideráveis para solucionar a questão sem sucesso. O advogado que representa a autora do processo destaca que, apesar de já ter tido boas experiências anteriores com os produtos da marca, a não entrega e a avalanche de relatos sobre a má qualidade do serviço foram determinantes para a perda de confiança, levando a consumidora a não querer mais o produto.
Além da indenização, a ação judicial também solicita que os envolvidos sejam responsabilizados pelo bloqueio de bens. O advogado pediu ao juízo a penhora de veículos vinculados aos nomes de Virginia e Zé Felipe, bem como a decretação de indisponibilidade de bens imóveis, como forma de garantir que a indenização, caso concedida, possa ser efetivamente paga.
Desde agosto de 2025, o processo vem se desenrolando, e em fevereiro de 2026, a Justiça localizou veículos registrados em nome da influenciadora e do cantor, porém, constatou que não havia saldo em suas contas. Até o momento, não houve resposta da parte de Virginia Fonseca sobre as acusações feitas e o pedido segue aguardando análise. Essa situação lança luz sobre um problema crescente em compras online, incluindo questões de confiança entre consumidores e influenciadores que promovem marcas.







