As investigações apontam que Bruna utilizava suas redes sociais para anunciar a venda de aparelhos, mas nunca realizava a entrega dos produtos, enganando assim diversos consumidores. A prisão ocorreu no Parque Atheneu, em Goiânia, e foi realizada por oficiais do 31º Batalhão da Polícia Militar. Informações fornecidas pela corporação revelam que a suspeita já possui um histórico criminal repleto de acusações, incluindo estelionato e uso de documento falso, além de registros de incidentes semelhantes em outros estados, como Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Essa não é a primeira vez que Bruna se vê em apuros com a Justiça. Em 2015, ela foi condenada por estelionato após ter enganado pelo menos duas vítimas com a venda de celulares via internet, sem realizar a entrega dos produtos. Naquela ocasião, a sentença inicial de 1 ano e 9 meses de prisão foi substituída por um regime de prestação de serviços comunitários e o pagamento de uma multa equivalente a dez salários mínimos.
Mais recentemente, em 2021, Bruna voltou aos holofotes da polícia ao se apresentar voluntariamente à Polícia Civil. Sua detenção na ocasião foi determinada pela Justiça, em virtude do descumprimento de penas alternativas e pela ausência em audiências relacionadas a atos de sua prática criminosa online.
As autoridades seguem investigando a profundidade das operações de Bruna, e o caso levanta questões sobre a vulnerabilidade dos consumidores nas transações digitais. A defesa da modelo não foi localizada para comentar sobre a prisão atual, mas o espaço permanece aberto para manifestações. A detenção de Bruna Cristine, com sua reputação controversa, serve como um lembrete sobre os riscos de compras pela internet e a necessidade de cautela ao lidar com vendas online.






