De acordo com os relatos, a jovem teria sido abordada de maneira inapropriada pelo ministro durante uma visita à sua casa. Em um desabafo angustiante, ela revelou ter passado por um momento de pânico, ao afirmar que Buzzi tentara agarrá-la três vezes, o que a deixou em estado de desespero e confusão. A situação se tornava ainda mais alarmante, já que o magistrado estava aparentemente em um estado visivelmente excitado, o que intensificou o sentimento de ameaça por parte da jovem.
Após conseguir se desvencilhar do aperto, a jovem correu para informar seus pais sobre o ocorrido. Em estado de choque e preocupação, eles decidiram deixar a residência do ministro e retornaram imediatamente para São Paulo. Diante da gravidade da situação, o casal de pais, temerosos e perplexos, optou por registrar um boletim de ocorrência, formalizando assim a denúncia e abrindo caminho para que as autoridades competentes pudessem conduzir uma investigação apropriada.
Esse episódio não apenas coloca em xeque a integridade do ministro, mas também levanta questões importantes sobre a segurança e a proteção de jovens em situações vulneráveis, especialmente quando envolvem figuras de autoridade. A sociedade observa atentamente o desenrolar deste caso, que promete trazer à tona discussões sobre assédio e poder, e as implicações disso nas relações interpessoais e institucionais. Os desdobramentos dessa situação poderão repercutir não apenas na vida do ministro Buzzi, mas também na confiança que a população deposita nas instituições judiciárias do país.






