Durante o anúncio, Haddad ressaltou a importância de aprimorar os mecanismos de controle para garantir que as políticas públicas cheguem efetivamente às pessoas que mais necessitam, combatendo fraudes e distorções que prejudicam o atendimento à população. Além disso, o ministro destacou que é fundamental promover mais igualdade na previdência dos militares, com a introdução de uma idade mínima para a reserva e regras mais rigorosas para as pensões.
No que diz respeito ao abono salarial, Haddad enfatizou que o valor máximo do benefício será mantido em R$ 2.640, mas passará a ser corrigido pela inflação, o que pode resultar em uma redução ao longo dos anos. Quanto ao reajuste do salário mínimo, o ministro indicou que haverá mudanças para garantir um crescimento sustentável e alinhado com o teto de gastos do governo.
Outra medida apresentada por Haddad foi a limitação dos supersalários no serviço público, visando corrigir brechas que permitem pagamentos acima do teto constitucional. Além disso, o ministro mencionou o aprimoramento das regras das emendas parlamentares, com foco na destinação de recursos para a saúde pública.
No total, as medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda devem gerar uma economia de R$ 70 bilhões em gastos obrigatórios até 2026, contribuindo para a sustentabilidade fiscal do país. Haddad ressaltou que o pacote é essencial para reduzir a inflação e os juros no futuro, destacando a importância de um olhar humanista sobre a economia e a necessidade de quem ganha mais contribuir mais para o desenvolvimento do país.
