Ministro da Fazenda alerta: estados fora do programa de subvenção ao diesel terão preços mais altos; adesões devem ocorrer antes de medida provisória.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, fez declarações importantes em sua primeira entrevista após assumir o cargo, abordando a questão da subvenção ao diesel importado. Segundo ele, os estados que optarem por não aderir ao programa enfrentarão um aumento nos preços do combustível. Essa situação, por sua vez, poderá impactar diretamente o consumo e a economia local.

Durigan informou que a maioria dos estados já demonstrou interesse em participar da iniciativa proposta pelo governo federal, restando apenas alguns que ainda não se manifestaram. O ministro expressou confiança de que novas adesões acontecerão antes da publicação da medida provisória que formalizará o programa, que é considerado crucial para estabilizar os preços.

O texto da medida já foi discutido e alinhado com os estados e agora aguarda apenas o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser oficialmente sancionado. Durigan enfatizou a importância da adesão de todos os estados, afirmando: “Esperamos que esses poucos estados que ainda não aderiram possam entrar no programa, garantindo o benefício à população”. Essa abordagem visa não apenas a estabilização dos preços, mas também a promoção de um ambiente mais justo para os consumidores.

A proposta do governo busca mitigar os efeitos da volatilidade do preço do diesel, que tem sido influenciado por fatores externos, como flutuações no mercado internacional e crises geopolíticas que afetam o fornecimento de combustíveis. A intenção é ampliar as políticas de compensação para consumidores, proporcionando alívio em um momento de incertezas econômicas.

Com a medida, o governo espera não apenas evitar novas elevações nos preços, mas também assegurar que as famílias e empresários possam contar com um valor mais previsível e acessível no que diz respeito ao transporte e à produção, o que, em última análise, pode beneficiar toda a economia do país. A adesão maciça ao programa pode ser um passo importante para a consolidação de uma política fiscal mais eficiente e voltada para o bem-estar da população.

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