Durigan informou que a maioria dos estados já demonstrou interesse em participar da iniciativa proposta pelo governo federal, restando apenas alguns que ainda não se manifestaram. O ministro expressou confiança de que novas adesões acontecerão antes da publicação da medida provisória que formalizará o programa, que é considerado crucial para estabilizar os preços.
O texto da medida já foi discutido e alinhado com os estados e agora aguarda apenas o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser oficialmente sancionado. Durigan enfatizou a importância da adesão de todos os estados, afirmando: “Esperamos que esses poucos estados que ainda não aderiram possam entrar no programa, garantindo o benefício à população”. Essa abordagem visa não apenas a estabilização dos preços, mas também a promoção de um ambiente mais justo para os consumidores.
A proposta do governo busca mitigar os efeitos da volatilidade do preço do diesel, que tem sido influenciado por fatores externos, como flutuações no mercado internacional e crises geopolíticas que afetam o fornecimento de combustíveis. A intenção é ampliar as políticas de compensação para consumidores, proporcionando alívio em um momento de incertezas econômicas.
Com a medida, o governo espera não apenas evitar novas elevações nos preços, mas também assegurar que as famílias e empresários possam contar com um valor mais previsível e acessível no que diz respeito ao transporte e à produção, o que, em última análise, pode beneficiar toda a economia do país. A adesão maciça ao programa pode ser um passo importante para a consolidação de uma política fiscal mais eficiente e voltada para o bem-estar da população.
