A decisão foi assinada no último sábado, 21, e veio após a plataforma indicar seus representantes legais no Brasil. A empresa justificou ao STF que, devido à urgência da situação, protocolou uma cópia da procuração societária outorgada pela sócia estrangeira majoritária, a Twitter International Unlimited Company, já notarizada e consularizada, porém sem a via original, pois essa precisaria ser enviada física da Irlanda para o Brasil.
Além disso, o ministro Alexandre de Moraes também solicitou que a Receita Federal informe em 48 horas a situação legal atual da representação da plataforma X no Brasil. Ele determinou ainda que a Anatel e a Polícia Federal enviem relatórios sobre a continuidade da possibilidade de acesso à plataforma X por meio de instrumentos tecnológicos, visando o cálculo de eventuais multas a serem aplicadas.
Essa determinação do ministro Alexandre de Moraes demonstra a atenção e a seriedade com que o caso está sendo tratado no âmbito do STF, destacando a importância da transparência e do cumprimento das normas legais por parte da plataforma X. Aguarda-se agora as próximas etapas e desdobramentos desse processo.
